Além da Cura: O Resgate da Integridade e Feminilidade
A batalha contra a doença pode ter deixado marcas, mas elas não definem quem você é. A cirurgia reparadora é o passo final para fechar um ciclo e reencontrar-se no espelho.
Sabemos que o tratamento oncológico ou o trauma físico são jornadas exaustivas. Muitas vezes, ao vencer a doença, a mulher se depara com uma nova batalha: a aceitação da própria imagem. A ausência da mama ou a assimetria severa não são apenas questões estéticas; são lembretes constantes de um período difícil, que podem impactar a sua autoestima e a sua sensação de plenitude.
O Dr. Thiago Calado acredita que a cura completa envolve não apenas a saúde física, mas o bem-estar emocional. A reconstrução mamária é um direito seu e uma ferramenta poderosa para virar a página.
A reconstrução não é uma receita única. Cada história e cada corpo exigem uma estratégia diferente. Nossa abordagem une a segurança oncológica (respeitando o tratamento prévio) com o refinamento estético.
Operando exclusivamente em hospitais de referência em São Paulo (como Einstein e Sírio-Libanês), oferecemos um ambiente seguro para que este procedimento seja o início de uma nova fase. O objetivo não é apagar o passado, mas harmonizar o presente, devolvendo volume, forma e, principalmente, confiança.
Com base na anatomia da paciente e na qualidade dos tecidos, definimos o melhor caminho. Conheça as técnicas que realizamos:
1. Reconstrução com Prótese (Imediata ou Tardia)
Indicado para pacientes com preservação de pele suficiente. Quando a estrutura da mama permite, podemos realizar a reconstrução utilizando implantes de silicone ou poliuretano, posicionados atrás ou à frente do músculo peitoral.
O Benefício: Recuperação geralmente mais rápida e restauração imediata do volume, devolvendo a silhueta feminina no sutiã e nas roupas.
2. Uso de Expansores de Tecido
Indicado quando há necessidade de recuperar a pele antes da prótese. Em casos onde a mastectomia removeu muita pele, utilizamos um expansor ("uma bexiga de silicone") que é preenchido gradualmente no consultório.
O Processo: É uma jornada de paciência e cuidado. O expansor prepara o terreno, criando espaço e pele de qualidade para, num segundo momento, receber o implante definitivo com naturalidade e segurança.
3. Reconstrução com Tecidos Próprios (Retalhos Musculares)
Técnicas Autólogas: Grande Dorsal ou TRAM. Para resultados de toque e caimento muito naturais, ou quando a área da mama sofreu muito com radioterapia, utilizamos tecidos do próprio corpo (das costas ou do abdômen) para refazer a mama.
O Diferencial: O uso do próprio tecido proporciona um resultado que envelhece junto com a paciente, com textura e temperatura naturais, reduzindo o risco de rejeição ou contratura capsular.
Você não precisa carregar o peso da cicatriz sozinha. A reconstrução é uma escolha pessoal, e estamos aqui para esclarecer cada etapa, risco e benefício, sem promessas milagrosas, mas com compromisso total com sua qualidade de vida.
Agende uma conversa com o Dr. Thiago Calado. Vamos desenhar, juntos, o plano seguro para o seu reencontro com você mesma.
Perguntas
frequentes
A reconstrução precisa ser feita junto com a mastectomia?
A reconstrução pode começar na mesma operação da mastectomia, chamada imediata, ou ser realizada posteriormente, chamada tardia. Segundo o National Cancer Institute, a reconstrução tardia pode ocorrer meses ou mesmo anos depois.
O momento deve ser definido com as equipes de mastologia, oncologia e cirurgia plástica, considerando o tratamento previsto, as condições clínicas e sua preferência. A reconstrução é uma opção: algumas pessoas preferem não reconstruir o volume da mama.
Referências bibliográficas
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National Cancer Institute (NCI). Breast Reconstruction After Mastectomy. Orientação institucional. Acessar a referência.
Quais são as opções de reconstrução mamária?
As principais alternativas usam implantes, tecidos do próprio corpo ou uma combinação. Os retalhos podem vir, por exemplo, do abdômen ou das costas.
A reconstrução com implante pode ocorrer em uma etapa ou com expansor seguido de prótese. O NCI descreve 2 a 6 meses como intervalo usual de preparo dos tecidos após colocar o expansor, mas o tratamento oncológico pode modificar esse cronograma. A escolha depende da anatomia, da pele disponível e do plano terapêutico.
Referências bibliográficas
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National Cancer Institute (NCI). Breast Reconstruction After Mastectomy. Orientação institucional. Acessar a referência.
A radioterapia interfere na escolha da reconstrução?
Sim. A radioterapia pode influenciar a indicação e o planejamento da reconstrução com implantes. A American Cancer Society orienta que, quando a radioterapia após a mastectomia faz parte do tratamento, é importante discutir alternativas, como reconstrução com tecidos próprios.
Isso não significa que todas as pacientes terão a mesma indicação. A técnica e a sequência das etapas devem ser definidas em conjunto pelas equipes responsáveis pelo tratamento do câncer e pela reconstrução.
Referências bibliográficas
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American Cancer Society. Breast Reconstruction Using Implants. Orientação institucional. Acessar a referência.
A mama reconstruída fica igual à mama original?
A reconstrução busca recuperar a forma e melhorar a proporção entre as mamas, mas não recria exatamente a mama original. Aparência, consistência e sensibilidade podem ser diferentes.
É possível discutir ajustes de simetria e etapas complementares conforme a técnica utilizada. Conversar sobre esses limites antes da cirurgia ajuda a estabelecer expectativas realistas. A decisão também deve respeitar a preferência de quem opta por não reconstruir o volume mamário.
Referências bibliográficas
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Mayo Clinic. Breast reconstruction. Orientação institucional. Acessar a referência.