Uma cicatriz menor não é necessariamente a melhor opção para toda mama. Entenda os desenhos usados e os limites da cicatrização.
Como ficam as cicatrizes (em T, ao redor da aréola)?
Os padrões mais conhecidos são o periareolar, o vertical e o T invertido. A escolha considera excesso de pele, formato, posição da aréola e qualidade dos tecidos.
Periareolar: a incisão fica ao redor da aréola e atende situações selecionadas de correção limitada. Uma cicatriz menor não significa que seja a melhor opção para toda queda.
Vertical: combina a cicatriz ao redor da aréola com uma linha até o sulco. Pode ser utilizada em diferentes graus de remodelação, conforme a técnica.
T invertido: acrescenta uma linha horizontal no sulco, permitindo tratar maior excesso de pele e determinadas formas de mama.
Todas são permanentes. Podem clarear e se tornar menos perceptíveis, mas também podem alargar, ficar elevadas ou exigir tratamento. O objetivo é um desenho adequado à correção necessária; limitar a incisão além do que a anatomia permite pode comprometer a forma. A marcação pré-operatória mostra a previsão, sem garantir invisibilidade da cicatriz.
Referências bibliográficas
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ASPS. Breast Lift Procedure Steps. Orientação institucional. Acessar a referência.
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